terça-feira, 11 de junho de 2013

Servidores estaduais realizam manifestação para cobrar reajuste salarial


Membros do Movimento Unificado dos Servidores Estaduais realizaram, na manhã desta terça-feira (11), uma manifestação em frente ao Palácio República dos Palmares para cobrar uma audiência com o governador Teotônio Vilela Filho. Os servidores reivindicam um reajuste salarial de 15% para todas as categorias e esperam a abertura de uma mesa de negociação com o Governo do Estado.
Servidores da saúde, educação e segurança, apoiados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) ameaçam "paralisar" o estado caso as políticas de valorização não sejam implementadas.
“Hoje é apenas um ensaio; um convite do que realmente vai acontecer. Agora manifestações e mobilizações muito maiores irão acontecer se a nossa reinvindicação não for aceita. O Estado concedeu e a Assembleia Legislativa aprovou o reajuste de apenas 5,83% referente ao IPCA de 2012, porém nós queremos que esse reajuste seja de pelo menos 6,49%, que é o percentual referente ao IPCA da data base, que é o mês de maio de 2013”, explica a presidente da CUT, Amélia Fernandes.
A mobilização dos servidores foi decidida na última sexta-feira quando representantes das categorias de saúde, educação, polícia civil e militar resolveram cobrar juntos o reajuste, mesmo antes realizando assembleias individuais.
Representantes do Movimento de Luta pela Terra e do sindicato dos bancários demonstraram apoio aos servidores. “Nós do campo estamos a disposição dos companheiros trabalhadores para conquistar nossos direito”, disse o representante do MLT.
De acordo com o presidente do sindicato dos bancários, o reajuste salarial também serve para melhoria das condições de trabalho. “O aumento de 15% é para atender também as nossas condições de trabalho e o aumento de 5,83% não é suficiente”, disse.
Diante do protesto desta terça-feira, os servidores aguardavam a convocação de uma audiência por parte do executivo. Como não houve atendimento por parte, mesmo com a presença de vários secretários e do próprio governador, além do fechamento da rua que dá acesso ao Palácio, os manifestantes não foram atendidos novas assembleias serão realizadas e não estão descartadas possibilidades de paralisações.
Fonte: Correio de Alagoas
Foto: Divulgação

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