A situação que volta
a tona na ação é referente à distribuição de 1.600 ovelhas a produtores rurais
do Agreste e Sertão do Estado nos meses de agosto e setembro de 2010, em plena
campanha eleitoral, por meio do programa “Alagoas Mais Ovinos”. Vilela e Nonô
já haviam sido absolvidos, em dezembro de 2011, por seis votos a um pelo TSE,
que resolveu apenas conferir uma multa ao governador no processo movido pela
coligação de Lessa.
O TRE de Alagoas
recebeu a ação que acusava o governador de abuso de poder político e econômico,
mas por unanimidade rejeitou o pedido de cassação, tanto de Vilela como do
vice, Thomaz Nonô (DEM). Com isso, os advogados do ex-governador recorreram da
decisão no TSE.
Os ministros do TSE
reconheceram a conduta vedada de Vilela sobre a distribuição de ovinos durante
a campanha. Segundo o entendimento do pleno, o então candidato cometeu crime
eleitoral quando, indiretamente, comprou votos e beneficiou famílias do
interior do Estado.
O Ministério Público
Eleitoral, através da vice-procuradora-geral Eleitoral, Sandra Cureau,
ingressou com um pedido de cassação dos mandatos dos gestores. De acordo
com parecer da Procuradoria, há indícios de que os gestores, durante a época de
campanha em 2010, utilizaram recursos públicos para realizar obras de
recuperação em rodovias estaduais em pelo menos oitenta municípios, o que
comprovaria a compra de votos.
Agora, o processo
está novamente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tem como relatora a
ministra Luciana Lóssio.
Fonte: PDT Alagoas/Cada Minuto
Foto: Divulgação

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