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| Foto: Katherine Coutinho |
Segundo o presidente do Sindprev, Cícero Lourenço, o chamado “Velaço” protesta contra as informações apresentadas em uma propaganda do governo, que afirma ter havido diminuição da violência. “É uma propaganda mentirosa, porque a criminalidade não se extinguiu, cada dia vemos um novo caso. De primeiro de janeiro a 20 de maio deste ano, foram 820 assassinatos no estado. Por isso, já demos entrada em uma representação no Ministério Público Estadual contra Teotônio Vilela Filho, até porque, o valor exorbitante gasto com o material publicitário saiu dos nossos bolsos”, afirmou o presidente do Sindprev.
Também participaram da manifestação pessoas que perderem entes queridos para a violência. Foi o caso de Maria José da Silva, que teve um filho de 16 anos de idade vítima de um duplo homicídio ocorrido em 2011, no bairro do Benedito Bentes. “Meu filho estava com amigos na rua, conversando, quando chegaram alguns jovens para matar um dos seus colegas e acabaram matando o Tiago também”, contou.
Apesar de o crime já ter mais de um ano, a dor de perder um filho não diminuiu. “O sentimento é o pior possível, uma dor incomparável. Tenho mais um filho, de 24 anos, e o medo de que algo aconteça a ele também é constante. Após a perda do irmão ele começou a fazer um trabalho de conscientização com jovens da região para que eles não se envolvam com a criminalidade”, relatou Maria José.
Com uma vela em cada mão, a mãe de Tiago afirmou que a situação está caótica por culpa da impunidade e de falta de políticas públicas em Alagoas. “O estado não trabalha os jovens, não fornece educação, saúde e nem estrutura alguma para que eles se desenvolvam. Como podem querer que a violência diminua? Além disso, a maioria dos crimes não é solucionado e o assassino continua livre para praticar muitos outros, com a segurança de não ser punido”.
Homicídio
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| Foto: Fernanda Ferreira |
Momentos antes da manifestação, uma família passou por momentos de horror na Ponta Grossa. Um homem, ainda não identificado, invadiu uma residência pulando pela janela e correu para a cozinha. Logo após, outro rapaz, que usava capacete de motocicleta, também invadiu o local e assassinou a tiros o primeiro intruso.
De acordo com o soldado Goldin, do 1º Batalhão de Polícia Militar (1º BPM), a família estava jantando quando o crime ocorreu.
O jovem, que aparentava cerca de 27 anos, recebeu muitos tiros na cabeça e morreu na hora. Ele não tinha documentos e não era conhecido na região. O assassino fugiu sem ser identificado.
A Polícia Militar fez rondas no bairro, mas não encontrou suspeitos. A Polícia Civil, Força Nacional, Instituto de Criminalística e Instituto Médico Legal (IML) estiveram no local para colher as primeiras informações e recolher o corpo. O caso será conduzido pela Delegacia de Homicídios.
Fonte: Gazeta Web
De acordo com o soldado Goldin, do 1º Batalhão de Polícia Militar (1º BPM), a família estava jantando quando o crime ocorreu.
O jovem, que aparentava cerca de 27 anos, recebeu muitos tiros na cabeça e morreu na hora. Ele não tinha documentos e não era conhecido na região. O assassino fugiu sem ser identificado.
A Polícia Militar fez rondas no bairro, mas não encontrou suspeitos. A Polícia Civil, Força Nacional, Instituto de Criminalística e Instituto Médico Legal (IML) estiveram no local para colher as primeiras informações e recolher o corpo. O caso será conduzido pela Delegacia de Homicídios.
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| ALAGOAS PEDE PAZ! |
Fonte: Gazeta Web



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