O momento político, as perspectivas de alianças nacionais e regionais neste período que antecede as eleições de 2014, o lançamento de candidaturas próprias, a formação de quadros e a construção de listas robustas de candidatos a deputado estadual e a federal em todos os estados brasileiros tendo em vista a prioridade maior do PDT – ampliar a sua bancada federal – foram os principais temas discutidos na última quarta-feira (15/5) no almoço de trabalho que reuniu a direção do PDT, em encontro na sede nacional do partido.
Além do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e do Secretário Geral licenciado, Manoel Dias – também Ministro do Trabalho e Emprego – que comandaram a reunião; participaram dela os líderes do partido na Câmara, deputado André Figueiredo (PDT-CE), e no Senado, senador Acir Gurgacz (PDT-RO).
Também estiveram presentes todos os demais integrantes da Executiva Nacional – incluindo o ex-governador Ronaldo Lessa (AL), os vice-presidentes regionais (Norte, Centro-Oeste, Sul, etc), os presidentes dos movimentos partidários - de Mulheres, dos Negros, dos Aposentados e Pensionistas e da Juventude – e parlamentares influentes também internamente como os deputados Vieira da Cunha (PDT-RS), Miro Teixeira (PDT-RJ), Mario Heringer (PDT-MG) e Bala Rocha (PDT-AP); e os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Pedro Taques (PDT-MT), entre outros.
Carlos Lupi, ao abrir a reunião, assinalou que o PDT está aberto a discussões e análises, que a hora é de acompanhar o desenvolvimento das articulações políticas nos planos nacional e estadual e, principalmente, construir fortes nominatas de candidatos para as eleições de deputados estadual e federal, especialmente os últimos, fundamentais para ampliar a presença do partido no rádio e na televisão. “Temos que ter como meta, ano que vem, elegermos de 40 a 50 deputados federais”, frisou Lupi.
Os desdobramentos do governo Dilma, as candidaturas presidenciais de outros partidos e o possível lançamento de candidaturas próprias do PDT nos planos estadual e nacional – foram alguns dos assuntos discutidos no encontro, aberto, “para que o partido troque ideias levando em conta o momento atual”, acrescentou Lupi que logo em seguida abriu a palavra a todos os participantes que, em seguida, se revezaram e explanaram suas opiniões.
Os problemas do governo Dilma com a sua base política, a votação da medida provisória dos Portos e o jogo pesado de alguns partidos tendo em vista votações importantes no Congresso, além de possíveis candidaturas próprias do PDT nos estados – foram temas dominantes nas intervenções.
O Secretário Manoel Dias fez questão de assinalar que ocupa o cargo de Ministro do Trabalho por delegação partidária e que está inteiramente a disposição do partido para continuar, ou não, a ocupar o cargo.
Lupi destacou ainda ao final da reunião, que começou ao meio-dia e terminou por volta das três da tarde, que o momento é de avaliações, de análises e de construção de candidaturas viáveis que fortaleçam o partido nacionalmente – já que em setembro próximo se esgota o prazo de filiação partidária para os que pretendem disputar as eleições de 2014.
Fonte: OM - Osvaldo Maneschy
Fotos: Divulgação

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